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Sonido Aparelhos Auditivos e Tratamento para Zumbido

Perda auditiva e busca por auxílio: não espere piorar

A maioria das pessoas que sofre com perda auditiva espera muito tempo para buscar auxílio e, com isso, a piora do caso acaba sendo iminente. Seja para tratar a surdez já instalada ou incômodos como o zumbido constante, o tempo é um inimigo silencioso da saúde auditiva.

Estudos mostram que, em média, as pessoas levam cerca de sete anos para buscar a ajuda de um médico para tratar a perda auditiva. Outros dados revelam que, enquanto 50% das pessoas com perda profunda usam aparelhos auditivos, apenas 10% daquelas com perda leve usam os dispositivos para melhorar a audição e evitar a piora do caso.

Problemas auditivos não tratados podem levar à depressão, causar maior risco de quedas e até mesmo colocar a vida em risco — isso porque quem não ouve bem está mais sujeito a acidentes de trânsito, por exemplo.

Tudo deve começar com um checkup auditivo anual em uma clínica especializada. Assim como cardiologia e oftalmologia, a consulta com o médico otorrinolaringologista deve fazer parte da sua checagem de saúde todos os anos.

O otorrinolaringologista é o especialista que poderá identificar se existe algum grau de perda auditiva e a que ela está relacionada (doença, estresse, exposição a altos ruídos etc). É esse médico que solicitará exames como a audiometria, indicará o uso de aparelhos auditivos e encaminhará o paciente para um fonoaudiólogo — profissional responsável pela adaptação aos dispositivos.

Caso você não faça o checkup anual, fique atento aos sinais: precisa aumentar o som da TV para ouvir melhor? Não consegue acompanhar conversas em ambientes barulhentos? Esses são alertas para procurar ajuda médica em um centro auditivo de confiança.

Muitas pessoas, principalmente os jovens, acham que a perda auditiva atinge apenas idosos. Isso é um mito. No Brasil, estima-se que um milhão de pessoas que sofrem com perda auditiva são crianças e jovens de até 19 anos.

Pesquisar sobre o problema ajuda a entender que a deficiência auditiva é comum em todas as idades e tem solução. Hoje, os melhores aparelhos auditivos são modernos, tecnológicos e oferecem recursos como Bluetooth, bateria recarregável e até inteligência artificial (com IA) para ajuste automático do som. Modelos intracanal e auricular são opções discretas que combinam conforto e estética.

Marcas de 1ª linha como a Bernafon — referência em modelos Bernafon — oferecem dispositivos de alta performance para diferentes graus de perda auditiva. E o melhor: é possível comprar com valores acessíveis e condições de pagamento parcelado em centros auditivos que ofereçam suporte completo.

Ao lado do médico e do fonoaudiólogo, busque informações em blogs e sites sérios como o da Sonido, que oferecem conteúdo avaliado pelos melhores profissionais da área.

Gostou do post? Acha que precisa de ajuda para evitar a piora da sua perda auditiva ou conhece alguém nessa situação? Entre em contato agora com a nossa equipe para auxiliá-lo em todo o processo e voltar a escuta com qualidade de vida.

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